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quinta-feira, 3 de maio de 2012

No âmbito da leitura e interpretação da obra Menina do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen os aluno do 5ºF deram asas à imaginação e fizeram estes lindos poemas.

Se eu fosse uma menina do mar

gostava de ir nadar e nunca me cansar
Seria fascinante ir ao fundo do mar, e sonhar
Ver os jardins de anémonas
as flores que são irrequietas
e nunca param quietas

Inês Rodrigues, nº 7, 5ºF


Se eu fosse um menino do mar

Se eu fosse um menino do mar
brincaria com algas e rochas
e detestaria fogo, lume…
e tochas.

Se eu fosse um menino do mar
seria um excelente nadador
e falaria sempre com a água,
não guardava nenhum rancor.
Se eu fosse um menino do mar
seria bonito e fortalhão,
trabalharia toda a vida
para ser rei dos mares ou Tritão
Se eu fosse um menino do mar
como os que vejo na televisão
faria, talvez quase tudo
para segurar um grande bastão
Serei um menino do mar,
isto se Deus quiser.
Mas eu quero e hei-de conseguir,
faça ele o que fizer.
Guilherme Pereira, nº 9, 5º F

Ah, se eu fosse uma menina do mar

Se eu fosse uma menina do mar

Nadava nas águas salgadas
Ia aos navios afundados
Que lembravam épocas passadas.
Partia da areia
Onde eu tinha nascido
E ia em diante
Pelo mar perdido.

Ia ver os caranguejos
Eram grandes fileiras
E nas ruas aguadas
Inventava brincadeiras.
Agarrava as ondas
Que eram minhas amigas
E as algas matreiras
Pregavam-me partidas.
Ia para as rochas
Nas noites de luar
Pensar em como é bom
Ser a menina do mar.
Ai como eu
Me podia esquecer?!
As conchas são amigas
Que não se pode perder.
Nadava dia e noite
Pelo mar ia passear
Depois tirava um tempo
Para ir descansar.
Ah! Se eu fosse
A menina do mar
Adormecia
Em ti a pensar.


Beatriz Contente 5ºF


Se eu fosse uma menina do mar

Se eu fosse uma Menina do Mar
Ia procurar tesouros escondidos,
Algo iria encontrar,
Talvez um novo amigo!

Um amigo para me ajudar
A descobrir algo novo
E para me aventurar
Num mundo espantoso!

Descobria um tesouro maravilhoso,
Que mais parecia ouro,
Tinha um bilhete de um pirata,
Um pirata carinhoso.

Tânia Rodrigues 5ºF


Se eu fosse o menino do mar


Se eu fosse o menino do mar,
saltitava e dançava no mar
como um bailarino,
à frente da raia a tocar sino.
No fundo do mar
estava um peixe a boiar
na água transparente
que acabara finalmente.
Se eu fosse o menino do mar
veria um peixe no ar.
Se eu fosse o menino do mar
veria um peixe no ar,
caindo a cantar
depois, na água, a saltar
Um dia na praia
estava eu deitado na areia
a comer com a boca cheia
olhando para uma menina de saia.
No último dia da minha vida
estava a noite caída
e quando eu ia sair
da armadilha da raia, tive que fugir!


    Jialong Ye, 5º F

Se Eu fosse uma menina do mar


Ah! Se eu fosse uma menina do mar,
nadava, nadava até
encontrar o meu lar!


Ah! Se eu fosse uma menina do mar,
saltava, saltava
nas rochas a
dançar e a cantar!


Ah! Se eu fosse uma menina do mar,
utilizava as algas
macias do mar
para me deitar!


Ah! Se eu fosse uma menina do mar,
deitava-me nas rochas a
olhar para o luar!

          Mariana Fragoso, 5º F


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sonho

Nessa noite eu tive um sonho!
Sonhei que …
Foi a última vez que olhei para os teus olhos
Foi a última vez que vi aquele sorriso na tua cara
E foi a última vez que te vi sofrer
Nesse momento acordei …
Olhei em redor… e reparei
A vida não é símbolo de tristeza, mas sim de alegria …
A vida tem de ser vivida como um jogo…
temos derrotas e vitórias
E quando o jogo chega ao fim,
ou perdemos ou ganhamos …

Carolina Madeira, 5º C

LÁGRIMAS SOLTAS

LÁGRIMAS…
CAEM TRISTEMENTE NO MEU OLHAR
O VENTO AS LEVA…
PARA NUNCA MAIS VOLTAR

SERÁ QUE VOLTAM?
COM O NASCER DA MADRUGADA…
OU COM O CAIR DA NOITE!

LÁGRIMAS SOLTAS…
VOLTAM TRISTEMENTE PARA O MEU OLHAR

TAYTI

quinta-feira, 15 de março de 2012

SER FELIZ

É crescer harmoniosamente
e viver intensamente!

É caminhar, é rir e também chorar
É sentir, saber para onde ir
É poder escolher, o caminho a seguir
É um aconchego, um abraço
Caminhar na areia, descalço

É ir à Escola, estudar, aprender
É ter capacidade de dar, sem nada ter.
Agradecer!

É ler poesia, partilhar a alegria
É ser amigo, ser leal
É saber viver, acreditar
Agradecer, honrar
Nunca desistir, amar

É nunca fugir à verdade
É também sentir saudade
É ter o coração aberto,
É ajudar, mas ser discreto

É saber valorizar,
a vida, o calor do sol, o movimento do ar,
o cheirinho do mar

É ter um coração, mais forte que um leão!

É sentir-se acarinhado,
é amar e ser amado
Não ferir, não ser magoado

É ao ser chamado à atenção,
perceber uma repreensão,
Compreender a intenção.

É saber pedir perdão,
quando nos falta a razão.
É ser fiel, é dar a mão!

É ter capacidade para louvar
É saber ouvir, por vezes calar

É ser alguém especial!

Ser Feliz,

É nunca quebrar
A Felicidade de alguém

Fany (fevereiro 2012)

domingo, 4 de março de 2012

Quando perdemos alguém que nos ensinou a viver...

Num dia de sol brilhante acordei…
Mas, nesse dia para mim, o sol escondeu-se,
Como se o mundo terminasse naquele momento …
Fechei as cortinas e não queria acreditar,
Nesse dia queria crer… que tinha tido um pesadelo
Naquele momento e ainda hoje tenho a certeza,
Que a vida é mesmo muito injusta …

Cada dia que me levanto penso…
É mais um dia sem… a
presença de alguém muito especial.
Esse alguém que me fazia sorrir,
Que me ajudou a crescer
Que me ensinou a saber ser feliz,
Que me fez ver o mundo de uma forma diferente …
Alguém que continua a olhar por mim...

A vida é uma peça de
teatro que não permite ensaios
Na vida temos de tudo…
Desde as pessoas que adoramos até às que não gostamos
Na vida nascem uns e morrem outros.
Perdemos os que mais gostamos!
O mais injusto da vida é como ela termina….

Carolina Madeira, 5º

Concurso "Faça lá um poema"

O concurso impôs-nos uma seleção muito restrita do talento poético que germina na nossa escola, nem todos podem ser vencedores , mas a beleza das palavras de cada um dos poemas que a seguir vos damos a oportunidade de conhecer revela o quão difícil foi a nossa escolha e o quanto nos orgulhamos dos nossos pequenos escritores.


Contagem

Um cintilante cristal
Um dia por esquecer
Um novo passado
Um recente futuro
Dois arco-íris
Dois infinitos
Dois meses passados
Dois correntes rios
Três cores preferidas
Três cruéis verdades
Três memórias esquecidas
Três fantasias trocadas
Quatro contas erradas
Quatro erros cometidos
Quatro mentiras sentidas
Quatro melodiosas sinfonias
Cinco estrelas no céu
Cinco lágrimas no chão
Cinco sorrisos perfeitos
Cinco dedos tem uma mão
Seis velas acesas
Seis velas apagadas
Seis gotas de chuva
Seis chamas alaranjadas
Sete dias da semana
Sete distantes caminhos
Sete pedras cortantes
Sete gestos macios
Oito corações magoados
Oito oiros encontrados
Oito jóias resplandecentes
Oito papoilas vaidosas
Nove jogos derrotados
Nove sentimentos perdidos
Nove promessas quebradas
Nove figuras diferentes
Dez flores floridas
Dez amargos sentidos
Dez espelhos partidos
Dez números proferidos.

Rita Silva 9ºB



Algo

Sinto algo a palpitar
Bem cá dentro de mim
Será sangue ou será água
Não sei mas não tem fim

Espero vir a descobrir
Para te poder contar
Ao meu ser, dentro de mim
O único em quem posso confiar

O suor beija a minha cara
Como algo me faz pensar
Será o sol, será o vento
Que os meus segredos irá desvendar

Algo me quer dizer
Algo me quer contar
Algum sentido tem
E vou ter de o desposar

Sinto algo a palpitar
Bem cá dentro de mim
Será algo com certeza
Que eu vou ter de descobrir

Quando bate mais forte
Sinto o céu a desabar
Os sonhos vão caindo
E as estrelas voam no mar

Às vezes desaparece
Mas volta logo a correr
Sinto muito a sua falta
Pois faz parte do meu ser

É o meu local especial
Para fugir do dilúvio
Só eu conheço o caminho
Que vai dar a este refúgio


Não existem palavras
Para o descrever
Bate dentro de mim
É o que tens de saber

Sinto algo a palpitar
Bem cá dentro de mim
É algo certamente
Espero que nunca tenha fim


Maria Teresa Manzarra
Nº10 9ºB




Sentimento do coração

Quero contar-te uma coisa
Que sinto no fundo do meu coração
Não podes contar a ninguém
Guarda-o na palma da tua mão

Não contei a mais ninguém
A não ser a ti e a mim
És a única que compreende
E não olha para o fim

Algum dia desta vida
Espero vir a entender
O que cá faz este sentimento
Que não consigo perceber

É oculto e misterioso
Nem a cara pode dar
Sei pouco sobre ele
Mas um dia o vou olhar

Não existem palavras
Para o descrever
Agora que está dentro de mim
Não o vou mais esconder

Quero contar-te uma coisa
Espero que venhas a perceber
Acho que já consigo
De alguma forma entender

Um dia olhei pela janela
Numa noite de luar
Empoleirei-me no parapeito
E via as estrelas a dançar

Falavam umas com as outras
Sobre algo importante
Faziam gestos com as mãos
E chamavam-lhe desconcertante

Então a mais brilhante
Olhou-as a todas de uma vez
Fez uma pausa muito longa
E contou até dez

Contou-lhes tudo sobre ele
Aquele sentimento colorido
Chamou-lhe então amor
E disse que tinha de ser vivido


Maria Teresa Manzarra
Nº10 9ºB


Momento

Como pude
fazer algo tão estúpido, tão marado.
Deixar-te
ali pendurado, à chuva todo molhado ,
enquanto eu corria, sem saber o que fazia,
escolhendo de novo outra via, que não a certa.
Depois, fiquei parada.
Percebi que
corria para nada.
Virei-me para trás, à tua procura.
Será isso uma loucura?
Pensar em amar algo da qual fujo?
Pensar em beijar lábios escanzelados, macios e molhados
ali à chuva parados,
mas que nunca senti.
Não é loucura, é amor.
Não é de tal modo inovador, mas é de algum modo prometedor.
Sinto o encanto em cada recanto do grande pranto que carrego comigo,
por não ter conseguido seguir em frente.
Senti a dor e o temor,
isso sim inovador,
de que quando voltasse para trás
não estivesses lá, à minha espera.
Pendurado, parado, despenteado e com os lábios todos molhados.
Isso sim prometedor, não inovador,
pois sinto que talvez esperarias por mim,
mas de tal forma encantador.
E no meio de toda a dor e fulgor,
voltei para trás,
com esperança de finalmente sentir osteus lábios escanzelados, macios e molhados,
de tal forma torneados,
que a ninguém podiam ser melhor associados.
Então voltei, pisei, chorei, cantei, pensei, deixei,
enquanto numa fração de segundo,
tudo voltava a ser como estava destinado.

Maria Teresa Manzarra
Nº10 9ºB


Sonhos

Lágrimas nascem e desabrocham
Na minha face maltratada
Partiste-me o coração
E agora preciso de ser maltratada

Preciso de compreender
Porque te deixei para trás
Porque escondi o coração
Em todas as eras más

Olho-te agora
Com mais do que uma emoção
Dás-me luz, dás-me esperança
És a minha inspiração

Peguei num caderno e escrevi
Como me fazias sentir
Como és perfeito ao meu olhar
Como não suportaria ver-te partir

No meubolso, bem guardada
Está escritauma carta
Escrevi-a com o coração
E já pensei em entregar-ta

Às vezes sonho demais
Com juvenis contos de encantar
Sonho em abraçar-te
E que finalmente te posso alcançar

Que te posso contar
Tudo o que eu já senti
Posso ler-te depois
Tudo o que sobre ti escrevi

Mas tudo não passa de um sonho
Algo belo e jovial
Lágrimas caem de novo
E tudo volta ao normal.


Maria Teresa Manzarra
Nº10 9ºB



Toque de
Magia

Como o teu belo sorriso
Brilhante me alicia
Podemos sim dizer
Que foi um toque de magia

Como o teu suave toque
Me queima e acaricia
Como ficou a tua mão
De repente, tão macia

Quando olhas para mim
Como o teu olhar brilha
E tudo à tua volta
Sobre ti se movia

Como entras de rompante
Assim, tão galante
Como o meu olhar o queria
O teu toque de magia

És confiante, um pinga-amor
Um pobre, jovem sonhador
Quando o teu sorriso se move
Sobre ti, tudo se envolve

Como teu toque de magia
Queima lírios e lírias
Como então acordaria
Sem saber o que sentiria

Não sabes os bens
Que possuis ou tens
Quando entras com esplendor
Percorre o ar, o amor.

Esteja chuva ou esteja sol
Esteja uma noite quente ou fria
Antes de adormecer, o que eu queria
Era o teu toque de magia.

Maria Teresa Manzarra 9ºB

Era uma vez uma lágrima
Que de vez em quando precisava de sair,
Mas eu queria que ela ficasse presa
E então comecei a sorrir.

O sorriso guerreava com a lágrima.
E ela teimava em sair,
Mas como o sorriso é mais forte
A lágrima passou a pedir .

Ela pedia muita vez
Para sair cá para fora
Mas o sorriso era constante
E ganhava sem demora .

Mas a lágrima tanto queria e não podia
Que começou a ficar maior
O sorriso não queria
Porque achava que assim era melhor.

A lágrima continuou a crescer
Até já parecia uma bolha de ar
O sorriso não aguentou mais
E eu desatei a chorar .

Entretanto já aprendi
Que nunca se deve ignorar
Senão começa a encher
E o saco vai rebentar .

Agora vou sempre deixá-la sair
Sempre que ela quiser
É só ela pedir
Sempre que lhe apetecer.

Raquel Freitas; 9ºB; Nº15


A LÁGRIMA

Era uma vez uma lágrima
Que de vez em quando precisava de
sair
Mas eu queria que ela ficasse
presa
E então comecei a sorrir.

O sorriso guerreava com a lágrima
E ela teimava em sair
Mas como o sorriso é mais forte
A lágrima passou a pedir

Ela pedia muita vez
Para sair cá para fora
Mas o sorriso era constante
E ganhava sem demora

Mas a lágrima tanto queria e não
podia
Que começou a ficar maior
O sorriso não queria
Porque achava que assim era
melhor

A lágrima continuou a crescer
Até já parecia uma bolha de ar
O sorriso não aguentou mais
E eu desatei a chorar

Entretanto já aprendi
Que nunca se deve ignorar
Senão começa a encher
E o saco vai rebentar

Agora vou sempre deixá-la sair
Sempre que ela quiser
É só ela pedir
Sempre que lhe apetecer.

Raquel
Freitas; 9ºB; Nº15


Se eu fosse um instrumento…

Se eu fosse um instrumento,
Seria uma guitarra;
Para nas tardes de verão
Acompanhar a cigarra.

Se eu fosse um instrumento,
Seria um tambor;
Porque assim tocava
Com muito fervor.

Se eu fosse um instrumento,
Seria um piano;
Para tocar a despedida
Aobaixar do pano.

Se eu fosse um instrumento,
Seria uma bateria;
Para animar a festa
Com a minha alegria.

Se eu fosse um instrumento,
Seria uma caixa chinesa;
Tocaria todos os dias
Para acabar com a tristeza.

Se eu fosse um instrumento,
Seria um violino;
E a todos os músicos
Dedicaria um hino!
Maggie



O Amor

Quantas vezes já tentei
Uma vez por todas te esquecer
Só ainda não percebi
Porque é que nunca o consigo fazer.

Podem gozar que eu não me importo
Pois é contigo que eu quero estar
E só tenho pena
Que não me possas amar!

Cada vez que te vejo
Sinto um aperto no coração
Só queria que de uma vez por todas
Me pudesses dar a tua mão.

Acho que ainda não percebeste
O quanto és importante para mim
E quando é que vais compreender
Que o meu amor por ti não tem fim.


És e sempre serás
O meu grande amor,
Mas também serás
O que me causou mais dor.

Não fazes ideia
Do quanto me fazes sofrer
Quando de mim foges
E dizes que não me queres ver.

Espero que um dia
Possamos ser felizes
E viver com a cabeça no ar
Como um bando de perdizes

Quando leres isto
Pode ser que percebas o meu amor
E que entendas de uma vez
Que haverá sempre um sofredor

Neste caso fui eu
E espero que não
Sofras o que eu sofri
Pois partiste-me o coração.
Lutarei por ti
Até depois da minha morte
E espero que seja desta
Que esteja com sorte.

Agora grito para todo o mundo
Sem a mínima dor
Que nunca amarei ninguém
Como te amo a ti, amor!

Ângela Baptista 7ºC

quinta-feira, 1 de março de 2012

Concurso "Faça Lá um Poema"

Este concurso, promovido pelo Plano Nacional de Leitura, recebeu contributos até ao final do mês de Fevereiro.
Na nossa escola houve vários concorrentes e com muita qualidade.
Infelizmente, teve de ser feita uma seleção: só podia ser selecionado um poema por ciclo.

Todos os poemas que nos chegaram serão aqui publicados.

Hoje damos a vez aos "eleitos", que são o João Tavares,do 5ºC e a Maria Teresa Manzarra, do 9ºB, a quem apresentamos os nossos parabéns.


A música

Para mim a música é baril
Quem me dera poder enfiá-la num barril
Ou então,comê-la com caril

Às vezes a música faz-nos pensar
Outras,dá-nos vontade de dançar
De mexer os pés e por os braços no ar

Mas também nos pode fazer chorar
Ou então simplesmente sonhar
Com tudo aquilo que nos faz amar

A música é comunicação universal
Capaz de animar um Carnaval
Oude nos manter quentes no Natal

A música é tão simples e tão bela
Que pode ser feita com uma panela
E tocada na Ópera ou na janela

João Tavares,5ºc,nº14


Imaginação

Ninguém acredita em magia
No mundo donde eu venho
Ninguém pensa no amor
Esses pensamentos, só eu os tenho

Acreditam na realidade
Que tudo é lógico e racional
Mas estão iludidos
Pois o que pensam, pensam mal

As cores, as luzes, os sonhos
São de uma infinidade
Podem ir do simples
Até à excentricidade

Mas com um toque
Tudo vai mudar
Vão todos passar
A acreditar

N a magia e nos sonhos
Nas letras e nas palavras
Nos triângulos e nos cubos
Pois sozinhos não valem nada

Agarra-os todos de uma vez
Guarda-os bem na tua mão
E aí vais descobrir
O que é ter imaginação

Maria Teresa Manzarra, nº10, 9ºB

Agora é só aguardar o resultado a nível nacional. Boa sorte!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Volta para mim

Desde que partiste
Não penso em mais ninguém,
pois é difícil crer
é difícil acreditar
que nós já não estamos bem.
Quero que tu ouças
aquilo que eu te digo
podemos ser amigos...
Só nos estamos a afastar,
olhar para ti,
não te poder tocar,
é um tormento...
Volta para mim,
quero mostrar-te um lugar bem bonito
onde ninguém pode entrar,
aí poderás ver
o teu e o meu nome
escritos no céu, ao luar.
A minha vida és tu!
és tu que dá brilho ao meu olhar...
Volta,
pois és tudo o que eu quero,
por ti espero.
é complicado entender,
é complicado acreditar,
saber que é difícil,
nós voltarmos a encontrar-nos...
O tempo passa,
eu ando à deriva,
gosto de ti!
Quero resolver o que pode ser resolvido,
faltas tu...
Por favor,
dá-me a tua mão,
quero sentir novamente
que estou no teu coração...
Dá-me forças para te conquistar
e de novo acreditar...
Dá-me força,
que me dê razão para voltar!
Deixa-me voltar um pouco atrás...
Certamente, também sentes a minha ausência...
Volta para mim!

Xana

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Na escuridão

No escuro
Eu gosto de estar,
Faz-me sonhar,
Pensar no meu dia a dia…
Imagino coisas que são irreais,
Que não existem…
É como se fosse
A minha escuridão sonhadora
A escuridão
Por vezes pode assustar,
Mas a mim não me assusta…


Andreia Resende

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Eu não sei

Eu não sei
se fico ou vou.
Eu não sei
se tudo acabou,
tu és tudo para mim.

Também não sei se quero voltar,
a minha dor é grande,
o amor aumentou.
Tu foste desejo,
o sabor que me encantou.
Foste o poder da paixão,
que sempre me fascinou.

Ensinaste-me a ver para além do infinito
a ultrapassar a linha do horizonte.
Já sorri, já chorei,
já perdi, já venci
já fui aquela que amaste
e por quem choraste,
já fui aquela que odiaste
e que nunca perdoaste.

Não ignoro o que sentes
não desprezo o que dizes
só venero a ideia de um dia sermos felizes.
Acredita no destino
Põe a mão na consciência
e pensa no teu passado...

Será que ainda vale a pena?
Será que eu sou tão especial?
Será que tu ainda pensas em mim?
Não sei mais como fazer
para simplesmente te dizer
o que ainda por ti sinto...

20/12/11
Xana

O passado ( não volta)

Partir ou ficar
desistir ou perdoar
um amor, um abraço, um beijo
ignorar...
Tantos atos prometidos,
julgados sem razão,
criados ou esquecidos,
perdidos na imensidão.

Erros, vitórias,
conquistas e batalhas
que eu gosto de vencer...
Mas, eu assumo as minhas falhas
porque as vais negando?

Fiquei na solidão, mas
foste tu que eu amei.
É tarde para assumir,
para o dizer,
para chorar,
mas eu nunca te vou esquecer.

Um sorriso,
uma palavra,
uma expressão que me seduz;
no escuro, tu és a luz.

Uma palavra,
um verso,
uma quadra que te descreve,
eu escrevo o que ninguém escreve.

Tu és a minha inspiração,
que me lembra o passado
em que chorámos e sorrimos abraçados,
as promessas que fizemos,
os pactos que não cumprimos,
simplesmente,
sentimentos não consentidos
por pessoas egoístas
que nos queriam separados.

triunfaram, pobres coitados.
Aqui fica o meu perdão
espero que não seja em vão.
Foi difícil perder-te
não mais sentir o teu olhar.
Foi difícil abraçar-te,
tendo vontade de beijar-te.

Percebi a importância
que na realidade tinhas,
se certo ou errado
nada sei dessa verdade...

Depois de conquistas e batalhas
falámos cara a cara.
Bons momentos recordámos
mas sem saber onde encontrar a solução.

Relação de amizade
estranhamente foi mantida.
Eu queria acreditar
na ponte que construías
pareceu-me que o teu olhar não mentia.
Fazes parte da minha vida.

30/12/11 Xana

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SEMPRE !

Pela quadra Natalícia
Todos querem dar a mão
Fazem-se promessas de Amor
Mas é tudo uma ilusão


Abraçam-se causas enormes
Muitas, em nome de Jesus
Mas bem perto está um vizinho
Pede auxílio de mansinho
E nem se acende uma luz


Muitas filas, imensa gente
Numa correria infernal
Atropela-se toda a gente
Para comprar um “Bom Presente”
Mas falta o essencial


Que tal dar mais atenção
Estender a nossa mão
Ser um ser especial ?


Ponham de lado as vaidades
E repensem nestas verdades!


Honremos a palavra NATAL
Sejamos seres bem melhores
Transmitamos à pequenada
Nesta época encantada
Amor e grandes valores

Dezembro 2009

Fany

NATAL

Amor
Aliança
Luz
Esperança

Muito, lembram-se dos pobres
Camuflam o seu egoísmo
Campanhas de solidariedade
Algumas só por vaidade
Procuram protagonismo

Mas pobreza, há todo o ano
Vive por vezes ao nosso lado
Será que só por ser Natal
Tudo quer ser especial
E fica tudo perdoado?

Dar, não é sinónimo de dinheiro!
Um carinho
Uma palavra
Uma atenção redobrada
Podem fazer muito
E não nos custam nada

Dia a dia se constrói
Se dão provas de generosidade
Não esperemos esta quadra
Para estarmos de mão dada
Seja nosso lema ……a caridade!
2011-11-30

Fany

NATAL

Amor
Aliança
Luz
Esperança

Muito, lembram-se dos pobres
Camuflam o seu egoísmo
Campanhas de solidariedade
Algumas só por vaidade
Procuram protagonismo

Mas pobreza, há todo o ano
Vive por vezes ao nosso lado
Será que só por ser Natal
Tudo quer ser especial
E fica tudo perdoado?

Dar, não é sinónimo de dinheiro!
Um carinho
Uma palavra
Uma atenção redobrada
Podem fazer muito
E não nos custam nada

Dia a dia se constrói
Se dão provas de generosidade
Não esperemos esta quadra
Para estarmos de mão dada
Seja nosso lema ……a caridade!
2011-11-30

Fany

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Às vezes

Às vezes
Dizemos
O que não devemos dizer…
Ouvimos
O que não devemos ouvir…
Choramos
Por algo que não devemos chorar…
Sabes porquê?
Porque às vezes
Amamos
Quem não devemos amar!!!

Andreia Resende

As cores da poesia

As cores da poesia
No Outono as folhas caem
De todos os tons e cores
Muda-se também a comida
Mudam-se também os sabores

A poesia e a pintura
Dão largas à imaginação
E todos os anos no Outono
Toca-se uma nova canção

A chuva e a geada
Tornam os dias insuportáveis
Lembramo-nos então do Verão
E dos seus dias agradáveis

As palavras e as notas
Voam todas no ar
No papel e nas pautas musicais
Só temos de as apanhar

Numa época tão bonita
É tão fácil inventar
Menos o poema que a professora mandou
Esse já custa a conjecturar…



Maria Teresa Manzarra, 9ºB

Asas feridas

Quebraram-me as asas
Em criança,
Impediram-me de voar.
Prenderam a minha alma,
Não me deixaram sonhar


Entre medos e silêncios
Fui calando o que sentia
Fui crescendo inibida
Sendo de tudo proibida
Um mundo sem fantasia.


E cresci com sentimentos
De temor e insegurança
Percorri a adolescência
Numa enorme turbulência
Não guardo boa lembrança.


E o tempo foi passando
Deixando algo profundo
Perguntas por responder
Da vida, nada saber
Sem preparo para o mundo


Nunca impeçam um ser
De voar
De sonhar
Facilitem-lhe o saber
Dêem-lhe espaço para aprender
Ensinem-lhe o que é Amar.

Setembro 2009

Fany




Quebraram-me as asas .
Em criança,
Impediram-me de voar.
Prenderam a minha alma
Não me deixaram sonhar


Entre medos e silêncios
Fui calando o que sentia
Fui crescendo inibida
Sendo de tudo proibida
Um mundo sem fantasia.


E cresci com sentimentos
De temor e insegurança
Percorri a adolescência
Numa enorme turbulência
Não guardo boa lembrança.


E o tempo foi passando
Deixando algo profundo
Perguntas por responder
Da vida, nada saber
Sem preparo para o mundo


Nunca impeçam um ser
De voar
De sonhar
Facilitem-lhe o saber
Dêem-lhe espaço para aprender
Ensinem-lhe o que é Amar.

Setembro 2009

Fany

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Procura a Felicidade

No esplendor da juventude
Sem se antever a velhice
Vive-se a vida a correr
Ávidos de tudo querer
Esvai-se….. a meninice

Vive-se, sem se viver
Julga-se, sem se saber

Valoriza-se o efémero
O supérfluo e a vaidade
Procura-se incessantemente
O óbvio, o incoerente
Esquece-se a Felicidade

Então
Vem a desilusão
O vazio, a solidão
E surge a tal depressão

Falta amares-te a ti próprio
Viver com o coração
Louvar o que existe na vida
Agradecer, dar a mão

É tempo de mais Amor
Ouve o teu interior!

Alcança o “tal segredo “
Que dentro de ti existe
Agarra o bom pensamento
Agradece cada momento
Sê Feliz, persiste !

A vida é curta que baste
Por si só, o tempo voa
Tu muito podes fazer:
Valoriza o aprender
Ama todo e qualquer Ser
E cresce para perceber
A dádiva do teu viver



Fanny

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Onde está a paz do mundo?

Onde está a paz deste mundo?
Em que lugar?
Preciso de saber
Para acabar com esta guerra…!
Acabar com este sofrimento
Que muitos partilham…
A única coisa que eu desejo intensamente
É que haja paz
No nosso mundo…!

Andreia Resende, 8º G

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Amigo

Amigo
Não magoa,
Não trai
Não fala por falar.

Amigo
Não julga,
Não se importa com as aparências.

Amigo
É mesmo amigo
Amigo é a verdade.

Andreia Resende 8º G