Tinha apenas cinco anos, quando te conheci,
Primeiro, achei-te convencida e vaidosa
Mas só depois me apercebi
Que me eras valiosa!
A nossa amizade cresceu,
Tal como nós,
E agora não sei o que aconteceu,
Parece que fazes parte da minha voz
Entretanto, deixámos de ser
Só nós, alguém chegou!
Mais uma amiga para conviver
Contudo, o nosso mundo ela alterou…
Falamos de tudo
Sabemos que podemos confiar
E sobretudo,
Com todas podemos contar…
Elsa Silvestre 8ºD nº8
Este projeto começou na Escola Básica Frei Estêvão Martins, em Alcobaça e destina-se a todos os que veem o mundo através da Poesia. Hoje tem o tamanho do Agrupamento de Cister. Aqui todos os membros da comunidade escolar podem participar, escrevendo (com o seu nome ou usando um pseudónimo), lendo, enviando os poemas preferidos, participando nas atividades... Porque o mundo é mais bonito quando dito com palavras escolhidas!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Dedicatória a todas as mães
Mãe
Palavra pequena
tão cheia de amor
podes pedir-lhe tudo
até um grande favor.
Por mais enervante que seja
mais chata e maçadora
não deixa de ser mãe
e do teu carinho é merecedora.
Trabalha sem parar
para tudo te comprar
e acima de tudo
para te alimentar.
Tem um grande coração
cheio de carinho para dar
nunca falta imaginação
para te agradar.
A mãe é tudo e muito mais
mas não posso gastar caneta
que a minha mãe
é um pouco forreta.
Alexandra Reis 7º D
Palavra pequena
tão cheia de amor
podes pedir-lhe tudo
até um grande favor.
Por mais enervante que seja
mais chata e maçadora
não deixa de ser mãe
e do teu carinho é merecedora.
Trabalha sem parar
para tudo te comprar
e acima de tudo
para te alimentar.
Tem um grande coração
cheio de carinho para dar
nunca falta imaginação
para te agradar.
A mãe é tudo e muito mais
mas não posso gastar caneta
que a minha mãe
é um pouco forreta.
Alexandra Reis 7º D
Poesia é...
A flor mais bela da literatura:
o olhar do mundo em letras
versos derramados no papel
sentindo a alegria de escrever.
A brisa que nos traz alegria e imaginação,
voar sem limites.
O papiro do amor,
a harmonia das palavras e dos sons.
A explosão de emoções,
a expressão de sentimentos,
sonhar mais alto,
o reflexo dos olhos de uma criança.
O arco-íris que ilumina a vida;
grandiosidade, eloquência e arte
Ser poeta...
Poema colectivo do 7ºB
o olhar do mundo em letras
versos derramados no papel
sentindo a alegria de escrever.
A brisa que nos traz alegria e imaginação,
voar sem limites.
O papiro do amor,
a harmonia das palavras e dos sons.
A explosão de emoções,
a expressão de sentimentos,
sonhar mais alto,
o reflexo dos olhos de uma criança.
O arco-íris que ilumina a vida;
grandiosidade, eloquência e arte
Ser poeta...
Poema colectivo do 7ºB
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Poesia é...
Rir até não poder mais,
um conjunto de estrofes,
uma forma de expressar sentimentos...
crescer
ser livre em pensamentos,
conhecer e aprender
o que podemos ser.
Escrever com alegria
o que somos no dia-a-dia.
Recitar
mil palavras num papel,
declarar o pensamento de um poeta...
Algo que se sonha,
o sabor de palavras bonitas
mergulhadas num mar calmo.
Amar a leitura
num lugar para sonhar...
uma cidade cheia de palvras,
um lugar de desabafo, imaginação e fala.
Amar, sentir e viver
e poeta ser...
poema colectivo do 7º D
um conjunto de estrofes,
uma forma de expressar sentimentos...
crescer
ser livre em pensamentos,
conhecer e aprender
o que podemos ser.
Escrever com alegria
o que somos no dia-a-dia.
Recitar
mil palavras num papel,
declarar o pensamento de um poeta...
Algo que se sonha,
o sabor de palavras bonitas
mergulhadas num mar calmo.
Amar a leitura
num lugar para sonhar...
uma cidade cheia de palvras,
um lugar de desabafo, imaginação e fala.
Amar, sentir e viver
e poeta ser...
poema colectivo do 7º D
Um livro por desdobrar
Um livro por desdobrar
é assim a nossa história que parece não ter final
em que eu acabo por me deixar enfeitiçar
e em que tu és a personagem principal.
Os teus olhos incendeiam-se ao resvalar
uma fina lágrima do meu rosto oscilante
as peças da minha vida eu tento encaixar
mas faltas tu e aí, eu fico hesitante.
Para uma rosa desabrochar
a luz do Sol nela há-de incidir
mas a chuva acabou por curar
todas as feridas que te estavam a cobrir.
Depressa chegaste e eu desabafei
mas tudo se dissolveu no tempo
quando partiste, eu chorei
porque tudo não passou de um mero momento.
Inês Marques 9ºD
é assim a nossa história que parece não ter final
em que eu acabo por me deixar enfeitiçar
e em que tu és a personagem principal.
Os teus olhos incendeiam-se ao resvalar
uma fina lágrima do meu rosto oscilante
as peças da minha vida eu tento encaixar
mas faltas tu e aí, eu fico hesitante.
Para uma rosa desabrochar
a luz do Sol nela há-de incidir
mas a chuva acabou por curar
todas as feridas que te estavam a cobrir.
Depressa chegaste e eu desabafei
mas tudo se dissolveu no tempo
quando partiste, eu chorei
porque tudo não passou de um mero momento.
Inês Marques 9ºD
Acredita...
Dizem-me para acreditar
que o que sinto por ti é apenas Saudade
e que tudo vai passar
com o tempo que parece ser uma infinidade.
Não consigo entender como me levaste
a escrever tantas palavras em vão
se apenas te foste embora e me deixaste
entre a luz e a escuridão.
Por ti escrevo o que sinto
e vasculho por entre as recordações
tu és como um lobo faminto
que apenas me alimenta de ilusões.
Um dia irei acordar
para perceber se isto foi verdade
será que ainda vale a pena acreditar?!
ou tudo está longe da realidade?
Inês Marques 9ºD
que o que sinto por ti é apenas Saudade
e que tudo vai passar
com o tempo que parece ser uma infinidade.
Não consigo entender como me levaste
a escrever tantas palavras em vão
se apenas te foste embora e me deixaste
entre a luz e a escuridão.
Por ti escrevo o que sinto
e vasculho por entre as recordações
tu és como um lobo faminto
que apenas me alimenta de ilusões.
Um dia irei acordar
para perceber se isto foi verdade
será que ainda vale a pena acreditar?!
ou tudo está longe da realidade?
Inês Marques 9ºD
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Liberdade
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro
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