Há anjos sem asas
A esses chamamos amigos
Perto ou longe estão lá
Para nos livrar dos perigos
Sempre que penso neles
Olho para dentro de mim
Fico contente porque
Imagino um jardim
Afagado com um lindo jasmim
Especiais só alguns o podem ser
Liberdade para amar todos tem
Sensibilidade faz parte mas
Amizade é fundamental para cresce
Desde sempre sonhei
Um dia vir a ser Feliz
Esse dia chegou e hoje
Sou aquela criança aprendiz
Noémia
Este projeto começou na Escola Básica Frei Estêvão Martins, em Alcobaça e destina-se a todos os que veem o mundo através da Poesia. Hoje tem o tamanho do Agrupamento de Cister. Aqui todos os membros da comunidade escolar podem participar, escrevendo (com o seu nome ou usando um pseudónimo), lendo, enviando os poemas preferidos, participando nas atividades... Porque o mundo é mais bonito quando dito com palavras escolhidas!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Toda essa tua firmeza
Toda essa tua firmeza
supera qualquer tipo de instância
não sei se será possível travar toda essa destreza
quando tudo se resume à palavra distância.
Foges de quê? suplicas por algo inexistente
tento encontrar algo que se perdeu
mas é demasiado evidente
que o nosso olhar cedeu.
Pedra a pedra tento reconstruir
o que entre nós se quebrou
mas sei que nunca irei conseguir
voltar a ter o que entre as minhas mãos voou.
Gostava de poder acordar
e ver que a vida não passa de um sonho fútil
quero apenas limpar as lágrimas e mergulhar
nas memórias de um passado inútil.
Inês Marques
supera qualquer tipo de instância
não sei se será possível travar toda essa destreza
quando tudo se resume à palavra distância.
Foges de quê? suplicas por algo inexistente
tento encontrar algo que se perdeu
mas é demasiado evidente
que o nosso olhar cedeu.
Pedra a pedra tento reconstruir
o que entre nós se quebrou
mas sei que nunca irei conseguir
voltar a ter o que entre as minhas mãos voou.
Gostava de poder acordar
e ver que a vida não passa de um sonho fútil
quero apenas limpar as lágrimas e mergulhar
nas memórias de um passado inútil.
Inês Marques
Não são os nossos caminhos que se confundem
Não são os nossos caminhos que se confundem
por vezes lidamos com uma realidade sentida
não quero que descubram a verdade e julguem
aquilo que parece assombrar uma vida.
Se querias entrar, eu deixei
somente me descobri aos poucos
sim magoaste-me mas eu perdoei
nem sempre dos problemas surgem os loucos.
Definição de loucura dir-te-ei quando te abraçar
apenas nesse momento alcançarei o meu porto de abrigo,
quero chegar ao ponto mais alto e continuar
o percurso que a teu lado sigo.
Horas passam e os dias parecem encurtar
rendo-me a cada gesto, a cada olhar reluzente
não são palavras que vão mudar
o que és para mim e serás eternamente.
Inês Marques
por vezes lidamos com uma realidade sentida
não quero que descubram a verdade e julguem
aquilo que parece assombrar uma vida.
Se querias entrar, eu deixei
somente me descobri aos poucos
sim magoaste-me mas eu perdoei
nem sempre dos problemas surgem os loucos.
Definição de loucura dir-te-ei quando te abraçar
apenas nesse momento alcançarei o meu porto de abrigo,
quero chegar ao ponto mais alto e continuar
o percurso que a teu lado sigo.
Horas passam e os dias parecem encurtar
rendo-me a cada gesto, a cada olhar reluzente
não são palavras que vão mudar
o que és para mim e serás eternamente.
Inês Marques
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Comemorações do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social
"Acorda Portugal!
Repara na pobreza,
não finjam que não faz mal
porque isso é uma tristeza.
Mexe-te Portugal!
Combatam a pobreza.
Ponham um ponto final.
Quero ter orgulho em ser Portuguesa."
Fátima F. (12 anos)
Poema lido na Escola, no âmbito do Ano Europeu de 2010
Repara na pobreza,
não finjam que não faz mal
porque isso é uma tristeza.
Mexe-te Portugal!
Combatam a pobreza.
Ponham um ponto final.
Quero ter orgulho em ser Portuguesa."
Fátima F. (12 anos)
Poema lido na Escola, no âmbito do Ano Europeu de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
A Portuguesa
Um dos símbolos nacionais, que assinala a mudança de regime de 1910, é o Hino Nacional, naturalmente.
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Não entendo
Não entendo
o que se passa,
está tudo mudado,
tudo diferente;
quando vejo a realidade
esta transforma-se
num mundo de mentira
de maus tratos,
mas, será que a realidade
é só isto?
Bem, eu não sei,
vivo num mundo à parte
onde só existe
fantasia e poesia,
felicidade e alegria
porque é que a realidade
não é como o meu mundo?
Eu só quero o meu mundo
como ele é,
não como os outros
querem que seja.
Quem quiser
um mundo igual ao meu
que crie
e veja a diferença.
Existe uma grande diferença
entre a realidade
e o ...
nosso mundo.
Alexandra, 8ºD
o que se passa,
está tudo mudado,
tudo diferente;
quando vejo a realidade
esta transforma-se
num mundo de mentira
de maus tratos,
mas, será que a realidade
é só isto?
Bem, eu não sei,
vivo num mundo à parte
onde só existe
fantasia e poesia,
felicidade e alegria
porque é que a realidade
não é como o meu mundo?
Eu só quero o meu mundo
como ele é,
não como os outros
querem que seja.
Quem quiser
um mundo igual ao meu
que crie
e veja a diferença.
Existe uma grande diferença
entre a realidade
e o ...
nosso mundo.
Alexandra, 8ºD
Magoas
Magoas-me com cada palavra
magoas-me com cada gesto teu
sinto-me perdida nesta estrada
porque procuro um brilho que contigo desapareceu.
Não acabes o que ainda não morreu
não desesperes a esperança que nos consome
imortaliza o sonho que dentro de nós viveu
e não deixes que a saudade te tome.
Ignoro esse tenebroso amanhecer
pois como uma chama te voltas a soltar
será que vale a pena tentar prever
quando volta a reluzir esse teu silencioso olhar.
Mudaste tudo num só segundo
mudaste muito daquilo que sou
mudaste um sentimento que estava lá bem no fundo
mudaste a direcção que a minha vida levou.
Inês Marques
magoas-me com cada gesto teu
sinto-me perdida nesta estrada
porque procuro um brilho que contigo desapareceu.
Não acabes o que ainda não morreu
não desesperes a esperança que nos consome
imortaliza o sonho que dentro de nós viveu
e não deixes que a saudade te tome.
Ignoro esse tenebroso amanhecer
pois como uma chama te voltas a soltar
será que vale a pena tentar prever
quando volta a reluzir esse teu silencioso olhar.
Mudaste tudo num só segundo
mudaste muito daquilo que sou
mudaste um sentimento que estava lá bem no fundo
mudaste a direcção que a minha vida levou.
Inês Marques
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