Não dizer a verdade
Embelezar as coisas da pior maniera que existe
Enganar e desrespeitar os mais próximos
Um poço de enganos sem fim
Dizer a verdade de forma adulterada
Um peso na cosciência
Transformar a verdade numa falsidade
Desilusão
Dar a ilusã à verdade
Preencher a verdade com imaginação
Acrescentar algo que não é real
O cancro da verdade
Tentar fugir aos problemas
Olhar para um prado de margaridas e chamar-lhe rosas
Enganar-nos a nós próprios...
Poema colectivo produzido pelos alunos do 8ºB, a propósito do estudo do texto dramático "Falar Verdade a Mentir" de Almeida Garrett.
Este projeto começou na Escola Básica Frei Estêvão Martins, em Alcobaça e destina-se a todos os que veem o mundo através da Poesia. Hoje tem o tamanho do Agrupamento de Cister. Aqui todos os membros da comunidade escolar podem participar, escrevendo (com o seu nome ou usando um pseudónimo), lendo, enviando os poemas preferidos, participando nas atividades... Porque o mundo é mais bonito quando dito com palavras escolhidas!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
POEMA DAS COMPARAÇÕES
Um amor tão eterno e perfeito
Como o céu e o mar
É como a paixão
Que se sente no coração
Como o mar
Tanto nos faz rir como nos faz chorar
A vida sem amor
É como um dia sem sol
E quando penso no passado
Vejo ainda em mim um sonho acordado
Um amigo verdadeiro é como
Um pilar que nos segura
O brilho incandescente caminhava vindo de ti
Lembravas-me o sol que acordava naquilo em que me perdi
Descobrir o desconhecido
É como descobrir um grande amigo
Quando o vi nascer nos meus braços
Era o meu rebento de flor
A paisagem das montanhas de um campo de flores
Frio como a neve ou quente como o fogo
A consciência é um ser cruel
Como um urso a que a abelha rouba o mel
Nós somos o Mundo
Como quem implora pelo impossível…
Composição poética colectiva do 9ºAA provar que é na comparação que muitas vezes se encontra a verdadeira beleza da essência humana.
Como o céu e o mar
É como a paixão
Que se sente no coração
Como o mar
Tanto nos faz rir como nos faz chorar
A vida sem amor
É como um dia sem sol
E quando penso no passado
Vejo ainda em mim um sonho acordado
Um amigo verdadeiro é como
Um pilar que nos segura
O brilho incandescente caminhava vindo de ti
Lembravas-me o sol que acordava naquilo em que me perdi
Descobrir o desconhecido
É como descobrir um grande amigo
Quando o vi nascer nos meus braços
Era o meu rebento de flor
A paisagem das montanhas de um campo de flores
Frio como a neve ou quente como o fogo
A consciência é um ser cruel
Como um urso a que a abelha rouba o mel
Nós somos o Mundo
Como quem implora pelo impossível…
Composição poética colectiva do 9ºAA provar que é na comparação que muitas vezes se encontra a verdadeira beleza da essência humana.
POEMAS DAS ALITERAÇÕES
O gato gostou do gosto do galão
O cão comeu comida de camelo
A bola branca rebola e balança
Ralha a professora e os alunos não respondem
A lula leu a luz da lua
A sombra soava sobre as águas salgadas do oceano
O som suave e sibilante que sucedeu ao som que tinha desaparecido.
Ser forte é fortificar a nossa força
A vida vai e vem sem a vivermos
O vento sempre sopra suave e sereno
Perto de ti pertenço mas sempre te vejo partir
Sentimos sabendo que amanhã sofremos
O ruído do teu falar dá-me vontade de te matar
As lágrimas não te levam a lado nenhum
Se continuas assim serás sempre uma solitária
O destino pode ser perigoso como um deserto sem fim
Suave, cintila o som de certos sinos sonantes
O som simples da vida é para ser vivido
Nem só dos mágicos surge a magia
poema colectivo do 9ºD
Mais uma produção de conjunto a provar que a união faz a força, pelo menos permite a criação de poemas muito bonitos e personalizados.
O cão comeu comida de camelo
A bola branca rebola e balança
Ralha a professora e os alunos não respondem
A lula leu a luz da lua
A sombra soava sobre as águas salgadas do oceano
O som suave e sibilante que sucedeu ao som que tinha desaparecido.
Ser forte é fortificar a nossa força
A vida vai e vem sem a vivermos
O vento sempre sopra suave e sereno
Perto de ti pertenço mas sempre te vejo partir
Sentimos sabendo que amanhã sofremos
O ruído do teu falar dá-me vontade de te matar
As lágrimas não te levam a lado nenhum
Se continuas assim serás sempre uma solitária
O destino pode ser perigoso como um deserto sem fim
Suave, cintila o som de certos sinos sonantes
O som simples da vida é para ser vivido
Nem só dos mágicos surge a magia
poema colectivo do 9ºD
Mais uma produção de conjunto a provar que a união faz a força, pelo menos permite a criação de poemas muito bonitos e personalizados.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Amo-te
Amo-te
Com laços de ternura e afectos
Amo-te
Nos pequenos gestos, num simples olhar
Com lágrimas e sorrisos
Por toda a vida
Amo-te
Sem hesitar
Numa constante verdade
Num suave toque
No respirar
Amo-te
Com chama e luz
Como uma estrela
Que brilha no espaço
Um aconchego no teu regaço
Num dia a dia
Feito de pequenas coisas,
Que nos unem ainda mais.
Nos nossos filhos,
Nos momentos difíceis,
Nos mesmos ideais.
E é assim
E assim será.
E ainda se um dia quisera esquecer-te
O meu amor é tão forte
Que mesmo que o não quisesse
Amar-te-ia muito mais
Além da morte.
Fany
É no decorrer desta noite que me deixo levar
É no decorrer desta noite que me deixo levar
por este sonho que eu quero mesmo seguir
embora apenas a minha alma possa voar
é aos teus pés que eu acabo por sucumbir.
Só em ti encontro forças para resistir
a cada dia que passa, a cada lágrima que cai
não quero voltar ao que fui, não quero voltar a fugir
porque hoje é no meu olhar que o teu brilho sobressai.
Eu nunca vivi de aparências
e muito menos de ilusões
sei que a vida não tem reticências
mas a mim ensinou-me grandes lições.
Muitas vezes escondi-me, noutras chorei
voltei costas a tudo e fiquei presa na solidão
as tuas palavras ergueram-me e hoje eu sei
que tocaste lá bem no fundo do meu coração.
Inês
por este sonho que eu quero mesmo seguir
embora apenas a minha alma possa voar
é aos teus pés que eu acabo por sucumbir.
Só em ti encontro forças para resistir
a cada dia que passa, a cada lágrima que cai
não quero voltar ao que fui, não quero voltar a fugir
porque hoje é no meu olhar que o teu brilho sobressai.
Eu nunca vivi de aparências
e muito menos de ilusões
sei que a vida não tem reticências
mas a mim ensinou-me grandes lições.
Muitas vezes escondi-me, noutras chorei
voltei costas a tudo e fiquei presa na solidão
as tuas palavras ergueram-me e hoje eu sei
que tocaste lá bem no fundo do meu coração.
Inês
Amiga
Estava ela a brincar
Quando eu cheguei,
Ela esperou e esperou,
Para que com ela, eu fosse brincar
Até que eu a cumprimentei
E o tão esperado momento chegou!
Quero voltar,
Quero não ter preocupações,
Quero não ter de dar satisfações,
Quero apenas brincar!
Sei qu’ ela continua a estar,
Sei que ela não vai sair do seu lugar!
Por isso lhe chamo “Melhor Amiga”,
Tudo isto por uma amizade antiga!
As nossas vidas vão continuar
Mas a nossa amizade vai prevalecer
Isso é tudo com o que eu quero viver,
E é por isso que feliz eu vou estar
Quando esse momento chegar!
Elsa Silvestre nº7 9ºD
Quando eu cheguei,
Ela esperou e esperou,
Para que com ela, eu fosse brincar
Até que eu a cumprimentei
E o tão esperado momento chegou!
Quero voltar,
Quero não ter preocupações,
Quero não ter de dar satisfações,
Quero apenas brincar!
Sei qu’ ela continua a estar,
Sei que ela não vai sair do seu lugar!
Por isso lhe chamo “Melhor Amiga”,
Tudo isto por uma amizade antiga!
As nossas vidas vão continuar
Mas a nossa amizade vai prevalecer
Isso é tudo com o que eu quero viver,
E é por isso que feliz eu vou estar
Quando esse momento chegar!
Elsa Silvestre nº7 9ºD
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Mães
Mães
Amigas
Confidentes
Nos momentos carentes
Atentas, despertas
Nas horas inquietas
Fazem-te acreditar
Ensinam-te o que é Amar
Abraçam quando querem ralhar
Ralham para não chorar
Amam incondicionalmente
Tudo sabem perdoar
Cobre-as um manto de afecto
Onde te vais abrigar
Seu colo é doce aconchego
Onde te vais aninhar
Quando pensas que este Mundo
Sobre ti vai desabar
Vigiam-te, de longe
Sentem o teu mau estar
É o chamamento materno
Que é tão forte e é eterno
E tem poder de consolar
É, quando abrem seus braços
E te enlaçam com abraços
Apertam sem magoar
Essa enorme Felicidade
Essa gigante vaidade
Ilumina o seu olhar
Amem-nas sem cessar!
Fany
Obrigado Fany, porque todos os dias são dias das mães.
Amigas
Confidentes
Nos momentos carentes
Atentas, despertas
Nas horas inquietas
Fazem-te acreditar
Ensinam-te o que é Amar
Abraçam quando querem ralhar
Ralham para não chorar
Amam incondicionalmente
Tudo sabem perdoar
Cobre-as um manto de afecto
Onde te vais abrigar
Seu colo é doce aconchego
Onde te vais aninhar
Quando pensas que este Mundo
Sobre ti vai desabar
Vigiam-te, de longe
Sentem o teu mau estar
É o chamamento materno
Que é tão forte e é eterno
E tem poder de consolar
É, quando abrem seus braços
E te enlaçam com abraços
Apertam sem magoar
Essa enorme Felicidade
Essa gigante vaidade
Ilumina o seu olhar
Amem-nas sem cessar!
Fany
Obrigado Fany, porque todos os dias são dias das mães.
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