Após o estudo deste tema na disciplina de História,uma aluna sentiu-se inspirada para escrever um poema.
Muitos são aqueles que se questionam
sobre o verdadeiro significado,
os cientistas muito estudam
para ter tudo explicado.
O Menino do Lapedo
era ainda uma criança
que subiu para o Rochedo
enquanto pulava e avançava.
Atrás de um pássaro saltava
com grande movimento
e contente porque avistava
de longe o seu acampamento.
Todo Feliz corria,
atrás da plumagem colorida
pelo ar subia
numa brincadeira divertida.
Até que o chão desapareceu
e os pais aflitos, corriam
para ver o que aconteceu
surpreendidos com o que viam.
O rapaz dava agora de beber
o seu sangue à terra.
Os pais sempre a correr
sem saber o que fazer.
Com gritos, choros, lamúrias
preparavam-se para o funeral
manifestando a sua dor
de alma, é natural.
Uma história possível e triste
sem explicação, sem acabar.
Afinal, ninguém resiste
à morte de um familiar.
Carolina Fernandes, nº 6 do 7º G
Este projeto começou na Escola Básica Frei Estêvão Martins, em Alcobaça e destina-se a todos os que veem o mundo através da Poesia. Hoje tem o tamanho do Agrupamento de Cister. Aqui todos os membros da comunidade escolar podem participar, escrevendo (com o seu nome ou usando um pseudónimo), lendo, enviando os poemas preferidos, participando nas atividades... Porque o mundo é mais bonito quando dito com palavras escolhidas!
segunda-feira, 19 de maio de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
A Poesia
A poesia é uma alegria
uma magia
que ilumina quem lê, crê, vive, sobrevive
nas ruas da capital,
sua terra natal
onde nasceu e irá morrer.
Miguel Venceslau, 7ºF
uma magia
que ilumina quem lê, crê, vive, sobrevive
nas ruas da capital,
sua terra natal
onde nasceu e irá morrer.
Miguel Venceslau, 7ºF
Ser Poeta é...
Exprimir o que se sente,
o que se passa através de simples palavras.
Dar asas à imaginação,
escrever com letras encantadas
e fazer sonhar.
Com os versos saber brincar.
Viver rodeado de fantasia.
Redigir com a alma,
de noite e de dia.
Desejar um mundo diferente
usando uma preciosa imaginação.
Escrever poemas e poemas
e sentir com grande emoção.
Ser autor, ter paixão e um grande amor,
sentir a alegria de criar.
Algo fora deste mundo, imaginar,
tornar uma história triste, numa canção de alegria.
Ter liberdade de imaginar
e escrever uma grande poesia.
7ºG (Poema coletivo)
o que se passa através de simples palavras.
Dar asas à imaginação,
escrever com letras encantadas
e fazer sonhar.
Com os versos saber brincar.
Viver rodeado de fantasia.
Redigir com a alma,
de noite e de dia.
Desejar um mundo diferente
usando uma preciosa imaginação.
Escrever poemas e poemas
e sentir com grande emoção.
Ser autor, ter paixão e um grande amor,
sentir a alegria de criar.
Algo fora deste mundo, imaginar,
tornar uma história triste, numa canção de alegria.
Ter liberdade de imaginar
e escrever uma grande poesia.
7ºG (Poema coletivo)
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Alma na rua
Céu colapsado
sangue na rua
quando despida
minha alma fica nua.
É profundo o sentimento
quando a tinta corre com conhecimento
na rua a alma a fugir
na folha letras a surgir.
É a vida da alma na rua
que imagina além da imaginação
cavaleiro que ergue a espada
com nobreza no coração.
Miguel Venceslau 7º F
sangue na rua
quando despida
minha alma fica nua.
É profundo o sentimento
quando a tinta corre com conhecimento
na rua a alma a fugir
na folha letras a surgir.
É a vida da alma na rua
que imagina além da imaginação
cavaleiro que ergue a espada
com nobreza no coração.
Miguel Venceslau 7º F
Poesia é...
Imaginar o que nos vai na alma
Ouvindo o bater do coração em cada palavra.
O respirar das letras que se escrevem
Algo que se sente, que se expressa
E que se escreve com alma,
Dando asas à imaginação.
A canção das letras que paira na folha
Como uma nuvem no céu,
Que ilumina o infinito da nossa alma.
Ser mais poderoso que tudo
Atribuindo novos significados às palavras,
Transmitindo sentimentos e pensamentos.
A poesia é um conjunto
Que traduz emoções.
Poema coletivo do 7º F
Ouvindo o bater do coração em cada palavra.
O respirar das letras que se escrevem
Algo que se sente, que se expressa
E que se escreve com alma,
Dando asas à imaginação.
A canção das letras que paira na folha
Como uma nuvem no céu,
Que ilumina o infinito da nossa alma.
Ser mais poderoso que tudo
Atribuindo novos significados às palavras,
Transmitindo sentimentos e pensamentos.
A poesia é um conjunto
Que traduz emoções.
Poema coletivo do 7º F
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Mais variações sobre Gil Vicente
Onzeneiro- Pois que
triste episódio
Acabei como Adão.
Diabo- Pois, Vossa Excelência
Quereis algo mais que a
vida terrena
Quereis lá tornar
Para semear maçãs?
Onzeneiro-Tende piedade
de mim
É só o que eu peço
Mais de dez moedas têm
eu
Mas não hás-de ficar
com elas…
É dinheiro que me
custou a ganhar…
Diabo- Vossa Excelência
enganou-se no verbo
Não é ganhar
Querias dizer: roubar.
Onzeneiro- Com a
infelicidade de outros durmo eu bem
Tiro algum a quem já
pouco tem
Aprendi esta arte desde
moço
E a ninguém deixo osso.
Diabo- Tenha a bondade
de entrar
A bordo e remar
Pois as terras de Lúcifer
O esperam…
Onzeneiro- Às terras do
mal, não hei de eu chegar
Nem que para isso
Vinte moedas tenham que
entregar
Diabo- Vossa Majestade
acha então
Que estou a profanar um
tal plano
Subi a bordo e hasteai
a vela
Porque hoje é dia de
festa.
Onzeneiro-Não hei de eu
ir aí
Nem que tenha que
subornar
Não vou remar
Chame um marinheiro
Diabo- Oh que gentil
recear…
Miguel Mendinhas, 9ºB
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Confissão do Sapateiro
Bem, meu Deus nunca
roubei
Nem assassinei
e nem a minha mulher “adulterei”
Renuncio ao baptismo
Em remissão dos pecados
Nunca roubei tudo
Foi só um bocado de
cada vez…
Rezei muito a Deus e a
Maria
Sabia lá eu que quando
morresse
Com nada ficaria
E que as orações não me
serviriam?!
Não compreendo:
Não é pagar muito
Um par de sapatos, 80
reis
O preço é baixo
E felizes os demais.
Sempre pensei que muito
podia pecar
E depois, era só falar
Com o padre e me
confessar
O prior dizia
“Meu filho”, um Pai Nosso
e duas Avé Marias vais ter de rezar.
Eu rezava no dia
seguinte
Mas já novamente pecava.
Mas que triste fim
Eu vim ter
E na barca do inferno
Vou eu agora embarcar.
Entro agora na barca
Com a corda ao pescoço
Castigo merecido
Para quem tudo come
E nem deixa osso
Tenho falta de juízo
Para a minha idade
É tão verdade.
Miguel Mendinhas, 9ºB
Subscrever:
Mensagens (Atom)