segunda-feira, 19 de maio de 2014

O Cavaleiro da Dinamarca

Cavaleiro corajoso
Tiveste que a tua família abandonar
Por um caminho perigoso
Para à Palestina ir rezar

Depois quando lá chegaste
Começaste a rezar
E todos os lugares Santos
Foste visitar

Depois foste ver
A cidade da beleza
Acompanhado pelo teu grande amigo
O Mercador de Veneza

Lá também ouviste a narração de Vanina
História de amor intensa
Seguiste o conselho do teu amigo
E foste parar a Florença

Ficaste espantado com tanta sabedoria
Florença era deveras impressionante
Na casa do Banqueiro,Averardo
Ouviste a história de Giotto, Cimabué e Dante

Em Génova não arranjaste barco
E lá se foram as alegrias
Continuaste a viagem a pá
E ouviste a história de Pêro Dias

Malchegaste à floresta
A casa começaste a procurar
Encontraste-a por causa do pinheiro
Que os anjos estavam a iluminar.

Trabalho realizado, na disciplina de Português,por:
Bruno Luis Pires Amado, nº4, 7ºG
Luis António Neves Neto, nº14, 7ºG

O Menino do Lapedo

Após o estudo deste tema na disciplina de História,uma aluna sentiu-se inspirada para escrever um poema.

Muitos são aqueles que se questionam
sobre o verdadeiro significado,
os cientistas muito estudam
para ter tudo explicado.

O Menino do Lapedo
era ainda uma criança
que subiu para o Rochedo
enquanto pulava e avançava.

Atrás de um pássaro saltava
com grande movimento
e contente porque avistava
de longe o seu acampamento.

Todo Feliz corria,
atrás da plumagem colorida
pelo ar subia
numa brincadeira divertida.

Até que o chão desapareceu
e os pais aflitos, corriam
para ver o que aconteceu
surpreendidos com o que viam.

O rapaz dava agora de beber
o seu sangue à terra.
Os pais sempre a correr
sem saber o que fazer.

Com gritos, choros, lamúrias
preparavam-se para o funeral
manifestando a sua dor
de alma, é natural.

Uma história possível e triste
sem explicação, sem acabar.
Afinal, ninguém resiste
à morte de um familiar.

Carolina Fernandes, nº 6 do 7º G

segunda-feira, 5 de maio de 2014

A Poesia

A poesia é uma alegria
uma magia
que ilumina quem lê, crê, vive, sobrevive
nas ruas da capital,
sua terra natal
onde nasceu e irá morrer.

Miguel Venceslau, 7ºF

Ser Poeta é...

Exprimir o que se sente,
o que se passa através de simples palavras.
Dar asas à imaginação,
escrever com letras encantadas
e fazer sonhar.
Com os versos saber brincar.
Viver rodeado de fantasia.
Redigir com a alma,
de noite e de dia.
Desejar um mundo diferente
usando uma preciosa imaginação.
Escrever poemas e poemas
e sentir com grande emoção.
Ser autor, ter paixão e um grande amor,
sentir a alegria de criar.
Algo fora deste mundo, imaginar,
tornar uma história triste, numa canção de alegria.
Ter liberdade de imaginar
e escrever uma grande poesia.

7ºG (Poema coletivo)

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Alma na rua

Céu colapsado
sangue na rua
quando despida
minha alma fica nua.

É profundo o sentimento
quando a tinta corre com conhecimento
na rua a alma a fugir
na folha letras a surgir.

É a vida da alma na rua
que imagina além da imaginação
cavaleiro que ergue a espada
com nobreza no coração.

Miguel Venceslau  7º F

Poesia é...

Imaginar o que nos vai na alma
Ouvindo o bater do coração em cada palavra.
O respirar das letras que se escrevem
Algo que se sente, que se expressa
E que se escreve com alma,
Dando asas à imaginação.
A canção das letras que paira na folha
Como uma nuvem no céu,
Que ilumina o infinito da nossa alma.
Ser mais poderoso que tudo
Atribuindo novos significados às palavras,
Transmitindo sentimentos e pensamentos.
A poesia é um conjunto
Que traduz emoções.

Poema coletivo do 7º F

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Mais variações sobre Gil Vicente

Onzeneiro- Pois que triste episódio
Acabei como Adão.

Diabo- Pois, Vossa Excelência
Quereis algo mais que a vida terrena
Quereis lá tornar
Para semear maçãs?

Onzeneiro-Tende piedade de mim
É só o que eu peço
Mais de dez moedas têm eu
Mas não hás-de ficar com elas…
É dinheiro que me custou a ganhar…

Diabo- Vossa Excelência enganou-se no verbo
Não é ganhar
Querias dizer: roubar.

Onzeneiro- Com a infelicidade de outros durmo eu bem
Tiro algum a quem já pouco tem
Aprendi esta arte desde moço
E a ninguém deixo osso.

Diabo- Tenha a bondade de entrar
A bordo e remar
Pois as terras de Lúcifer
O esperam…

Onzeneiro- Às terras do mal, não hei de eu chegar
Nem que para isso
Vinte moedas tenham que entregar

Diabo- Vossa Majestade acha então
Que estou a profanar um tal plano
Subi a bordo e hasteai a vela
Porque hoje é dia de festa.

Onzeneiro-Não hei de eu ir aí
Nem que tenha que subornar
Não vou remar
Chame um marinheiro

Diabo- Oh que gentil recear…


Miguel Mendinhas, 9ºB