terça-feira, 3 de novembro de 2015

Outra Música de "Mandar Dormir os Meninos"

A propósito de uma atividade de escrita sugerida pelo manual de 9º ano, alguns alunos produziram os seguintes poemas:

A curva dos teus olhos

A curva dos teus olhos
abraça o meu coração
palavras não chegam
para descrever esta paixão.

Perco-me nos teus olhos
azuis como o mar
quero estar contigo
e nunca te largar

Este amor por ti
conduz-me à insanidade
quero um beijo teu
quero mais que uma amizade

Já há muito tempo
que te amo, mas com medo
como criança tímida
que quer dizer, mas guarda segredo

Bruno Amado e leandro Cordeiro 9ºA ( FEM)




A Curva dos teus olhos abraça o meu coração


A curva dos teus olhos abraça o meu coração
aquela que me deixa sem reação
aquela que me mostra o que é paixão
e que acaba por ser uma ilusão.

Até pode ser mesmo paixão
porque sinto aquela emoção
aquela preocupação
de estares sempre no meu coração.

Resta aquela impressão
que tudo está uma confusão
e que eu tenho que arranjar uma solução
para fazer disto uma conclusão.

Bruna Vital 9ºF ( FEM)


A tua voz é suave como um beijo


A tua voz é suave como um beijo
Os teus olhos são o meu desejo.
tens mudado,
Mas isso, faz parte do passado.

A curva dos teus olhos abraça o meu coração
A curva do teu sorriso não quero perder.
Juro que não te vou magoar,
Juro que não te vou fazer sofrer.

Traço sinais vermelhos sobre os teus olhos ausentes
Traço sinais vermelhos pelos momentos que não estou presente.

Nada mais quero, senão deitar-me sobre o teu corpo
Como lagarto ao sol em dias de tristeza.

Quero fazer contigo
O que o mar faz à areia.
Quero fazer contigo
O que a primavera faz com a cerejeira.

Mariana Santos e Inês Dourado 9º A (FEM)

terça-feira, 27 de outubro de 2015

terça-feira, 20 de outubro de 2015

A Poesia é uma constante na nossa vida

Muitas pessoas dizem que não gostam ou não costumam ler poesia. Mas, na realidade, a Poesia está sempre presente na nossa vida.
Quem não trauteou já a letra de uma canção? Então...está lá um Poema!
Por vezes os músicos adaptam poesia escrita para a cantarem, outras vezes há poetas a escrever as canções, outras ainda são os músicos que criam uma música para a qual precisam de palavras: uma poesia.
Assim, a poesia não é exclusivamente para ser lida e ela - quer tenhamos ou não consciência - faz parte da nossa vida.
Pensando bem, os primeiros poemas que ouvi terão sido as canções de embalar que me cantaram, noite dentro, para que descansasse e deixasse descansar os outros.

Diziam-me assim:

Ó Papão vai-te embora
De cima desse telhado
Deixa dormir a menina
Um soninho descansado

E grandes autores gravaram em disco (agora CD, claro) canções populares de embalar. É o caso de Zeca Afonso, que aqui deixamos, como mote, para vos pedir o envio das canções de embalar que marcaram os vossos primeiros dias.
Se não se recordam, toca a perguntar lá em casa.
Nós estamos aqui à espera!

Triunfo

Galopa de modo possante
Este velho Mustang
Pelo deserto,
Enfrentando a morte
Exala bravura
Resistência, velocidade
Percorre cidade atrás de cidade
Abandonando os que desistem...
Percorre milhas
atravessa areias molhadas pelo mar
Sente a brisa no pelo
Sente-se um triunfante,
Um vencedor em qualquer corrida

Miguel Venceslau. 9ºF ( FEM)

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Manni com o limoeiro

"Pai perdoai-lhes porque não sabem o que fazem"
Se é o pequeno pajem
Que os faz ser assim.
Cristo que cria os limões
Não tem noção da amargura da vida.
Bilhete de volta e ida,
Quando realmente não há retorno.
Poço sem fundo, ingratidão,
Fantasma da solidão
Pálida de desespero,
Vida amarga, essa tua...
Vida fria, vida crua
Limoeiro regado pelas lágrimas da missa
Limão, fruto da vida,
Quando o corpo está de saída
Da alma de quem viveu.


Miguel Venceslau. 9ºF ( FEM)

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Futuro incerto

A propósito das escolhas para o futuro, o Bruno poetizou assim:

O que planeio
Para este futuro pouco distante?
Passar três anos a estudar
Para  um diploma ter na minha estante.

E o que quero estudar?
Por que tenho de escolher?
Tão novo, e a minha profissão
Já tenho que saber?

Ainda agora tinha começado
E já tenho o 9º ano começado...
Será que aproveitei a infância?
Será que o tempo não pode parar?

Ciências ou Humanidades,
Acho que estou num dilema.
Tenho que deitar tudo cá para fora
Para isso, vou fazer um poema.

Se calhar serei informático, psicólogo ou advogado,
Eu sei que não parece divertido,
Mas é esta a realidade
Ser adulto é aborrecido.

Bruno 9ºA