Vidas vividas
Com laços de incertezas
Com fracassos e dor
Trazem na alma tristezas
Ausência de amor
Procuram
Uma incessante verdade
A outra metade
Que preencha o seu ser
De amor
De prazer
A tão sonhada Felicidade
Perdem-se em palavras pequenas
Vazias, sem temas
Em frases não pensadas
Sem ternura
Mal amadas
Esquecem que o amor
É entrega sem cobrança
Uma perfeita aliança
Harmonia
Esperança
Desistem do sonho
Da mútua cumplicidade
Perdem o sentimento
Não agarram o momento
Banalizam a saudade
E eu
No reflexo do meu espelho
Quero simplesmente olhar-te
E mesmo de olhos vendados
Com pequenos toques de amor
Irei desenhar-te
Com as cores do arco-íris
Saberei pintar-te
Com mistério e magia
Saberei sempre amar-te
Junho 2011
Fany
Este projeto começou na Escola Básica Frei Estêvão Martins, em Alcobaça e destina-se a todos os que veem o mundo através da Poesia. Hoje tem o tamanho do Agrupamento de Cister. Aqui todos os membros da comunidade escolar podem participar, escrevendo (com o seu nome ou usando um pseudónimo), lendo, enviando os poemas preferidos, participando nas atividades... Porque o mundo é mais bonito quando dito com palavras escolhidas!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Vem
Queria apenas desejar as maiores felicidades às professoras responsáveis pelo blog. Desde o ínicio e até hoje a dedicação a esta causa tem sido excelente. Muito obrigado por tudo. Boas férias! beijinhos
Corre para mim sem medo
trazendo contigo a saudade
a lua guarda o nosso segredo
que ficará aqui cravado para a posterioridade.
Tudo o que és para mim
está implícito neste lugar
juro que esta noite não terá um fim
pois nem a distância tem o poder de nos separar.
Quero atingir algo inacessível
quero existir dentro do teu ser
viver sem ti é impossível
viver sem ti não é viver.
Reflexos diários são guardados
num lugar onde ninguém pode mandar
sentimentos que com o tempo foram rasgados
e que de mim hoje eu tento afastar.
Inês
Obrigada a ti Inês, ajudaste e muito a tornar esta causa maior.
Continua a escrever porque decerto que és um exemplo para muitos...
Corre para mim sem medo
trazendo contigo a saudade
a lua guarda o nosso segredo
que ficará aqui cravado para a posterioridade.
Tudo o que és para mim
está implícito neste lugar
juro que esta noite não terá um fim
pois nem a distância tem o poder de nos separar.
Quero atingir algo inacessível
quero existir dentro do teu ser
viver sem ti é impossível
viver sem ti não é viver.
Reflexos diários são guardados
num lugar onde ninguém pode mandar
sentimentos que com o tempo foram rasgados
e que de mim hoje eu tento afastar.
Inês
Obrigada a ti Inês, ajudaste e muito a tornar esta causa maior.
Continua a escrever porque decerto que és um exemplo para muitos...
quarta-feira, 8 de junho de 2011
A Porta abriu-se
A Porta abriu-se
E deixei-te entrar
É uma porta preciosa
De longe a mais valiosa
Sem trinco para fechar
E entraste na minha vida
Por essa porta principal
Conviveste com a verdade
Conheceste a sinceridade
Aprendeste a ser leal
E na caminhada da vida
Com laços de generosidade
Foi crescendo dentro de nós
Uma sincera amizade
E essa porta sem trinco
Cuja chave é o coração
Entreabre-se de quando em quando
Sempre pela mesma razão
A Amizade é o ingrediente mais importante na receita da vida
Fernanda Mateus
E deixei-te entrar
É uma porta preciosa
De longe a mais valiosa
Sem trinco para fechar
E entraste na minha vida
Por essa porta principal
Conviveste com a verdade
Conheceste a sinceridade
Aprendeste a ser leal
E na caminhada da vida
Com laços de generosidade
Foi crescendo dentro de nós
Uma sincera amizade
E essa porta sem trinco
Cuja chave é o coração
Entreabre-se de quando em quando
Sempre pela mesma razão
A Amizade é o ingrediente mais importante na receita da vida
Fernanda Mateus
sexta-feira, 3 de junho de 2011
fábula onomatopaica
"quando chovem cães e gatos, é melhor tirar o cavalinho da chuva
mesmo porque nem que a vaca tussa ou a formiga tenha catarro
se encana assim a perna à rã quando tem a pulga atrás da orelha.
não é nenhum bicho de sete cabeças quando a porca torce o rabo
e deitar-se com as galinhas é ser bode expiatório na morte da bezerra
que não era nenhum carapau de corrida e até não valia um caracol.
podem dizer cobras e lagartos mas, quando estamos com a mosca
ou não podemos com uma gata pelo rabo, pela boca morre o peixe
e fazer figura de urso é ter macaquinhos no sótão e comer gato por lebre."
josé luis, colhido em poedia
mesmo porque nem que a vaca tussa ou a formiga tenha catarro
se encana assim a perna à rã quando tem a pulga atrás da orelha.
não é nenhum bicho de sete cabeças quando a porca torce o rabo
e deitar-se com as galinhas é ser bode expiatório na morte da bezerra
que não era nenhum carapau de corrida e até não valia um caracol.
podem dizer cobras e lagartos mas, quando estamos com a mosca
ou não podemos com uma gata pelo rabo, pela boca morre o peixe
e fazer figura de urso é ter macaquinhos no sótão e comer gato por lebre."
josé luis, colhido em poedia
Mentir é...
Não dizer a verdade
Embelezar as coisas da pior maniera que existe
Enganar e desrespeitar os mais próximos
Um poço de enganos sem fim
Dizer a verdade de forma adulterada
Um peso na cosciência
Transformar a verdade numa falsidade
Desilusão
Dar a ilusã à verdade
Preencher a verdade com imaginação
Acrescentar algo que não é real
O cancro da verdade
Tentar fugir aos problemas
Olhar para um prado de margaridas e chamar-lhe rosas
Enganar-nos a nós próprios...
Poema colectivo produzido pelos alunos do 8ºB, a propósito do estudo do texto dramático "Falar Verdade a Mentir" de Almeida Garrett.
Embelezar as coisas da pior maniera que existe
Enganar e desrespeitar os mais próximos
Um poço de enganos sem fim
Dizer a verdade de forma adulterada
Um peso na cosciência
Transformar a verdade numa falsidade
Desilusão
Dar a ilusã à verdade
Preencher a verdade com imaginação
Acrescentar algo que não é real
O cancro da verdade
Tentar fugir aos problemas
Olhar para um prado de margaridas e chamar-lhe rosas
Enganar-nos a nós próprios...
Poema colectivo produzido pelos alunos do 8ºB, a propósito do estudo do texto dramático "Falar Verdade a Mentir" de Almeida Garrett.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
POEMA DAS COMPARAÇÕES
Um amor tão eterno e perfeito
Como o céu e o mar
É como a paixão
Que se sente no coração
Como o mar
Tanto nos faz rir como nos faz chorar
A vida sem amor
É como um dia sem sol
E quando penso no passado
Vejo ainda em mim um sonho acordado
Um amigo verdadeiro é como
Um pilar que nos segura
O brilho incandescente caminhava vindo de ti
Lembravas-me o sol que acordava naquilo em que me perdi
Descobrir o desconhecido
É como descobrir um grande amigo
Quando o vi nascer nos meus braços
Era o meu rebento de flor
A paisagem das montanhas de um campo de flores
Frio como a neve ou quente como o fogo
A consciência é um ser cruel
Como um urso a que a abelha rouba o mel
Nós somos o Mundo
Como quem implora pelo impossível…
Composição poética colectiva do 9ºAA provar que é na comparação que muitas vezes se encontra a verdadeira beleza da essência humana.
Como o céu e o mar
É como a paixão
Que se sente no coração
Como o mar
Tanto nos faz rir como nos faz chorar
A vida sem amor
É como um dia sem sol
E quando penso no passado
Vejo ainda em mim um sonho acordado
Um amigo verdadeiro é como
Um pilar que nos segura
O brilho incandescente caminhava vindo de ti
Lembravas-me o sol que acordava naquilo em que me perdi
Descobrir o desconhecido
É como descobrir um grande amigo
Quando o vi nascer nos meus braços
Era o meu rebento de flor
A paisagem das montanhas de um campo de flores
Frio como a neve ou quente como o fogo
A consciência é um ser cruel
Como um urso a que a abelha rouba o mel
Nós somos o Mundo
Como quem implora pelo impossível…
Composição poética colectiva do 9ºAA provar que é na comparação que muitas vezes se encontra a verdadeira beleza da essência humana.
POEMAS DAS ALITERAÇÕES
O gato gostou do gosto do galão
O cão comeu comida de camelo
A bola branca rebola e balança
Ralha a professora e os alunos não respondem
A lula leu a luz da lua
A sombra soava sobre as águas salgadas do oceano
O som suave e sibilante que sucedeu ao som que tinha desaparecido.
Ser forte é fortificar a nossa força
A vida vai e vem sem a vivermos
O vento sempre sopra suave e sereno
Perto de ti pertenço mas sempre te vejo partir
Sentimos sabendo que amanhã sofremos
O ruído do teu falar dá-me vontade de te matar
As lágrimas não te levam a lado nenhum
Se continuas assim serás sempre uma solitária
O destino pode ser perigoso como um deserto sem fim
Suave, cintila o som de certos sinos sonantes
O som simples da vida é para ser vivido
Nem só dos mágicos surge a magia
poema colectivo do 9ºD
Mais uma produção de conjunto a provar que a união faz a força, pelo menos permite a criação de poemas muito bonitos e personalizados.
O cão comeu comida de camelo
A bola branca rebola e balança
Ralha a professora e os alunos não respondem
A lula leu a luz da lua
A sombra soava sobre as águas salgadas do oceano
O som suave e sibilante que sucedeu ao som que tinha desaparecido.
Ser forte é fortificar a nossa força
A vida vai e vem sem a vivermos
O vento sempre sopra suave e sereno
Perto de ti pertenço mas sempre te vejo partir
Sentimos sabendo que amanhã sofremos
O ruído do teu falar dá-me vontade de te matar
As lágrimas não te levam a lado nenhum
Se continuas assim serás sempre uma solitária
O destino pode ser perigoso como um deserto sem fim
Suave, cintila o som de certos sinos sonantes
O som simples da vida é para ser vivido
Nem só dos mágicos surge a magia
poema colectivo do 9ºD
Mais uma produção de conjunto a provar que a união faz a força, pelo menos permite a criação de poemas muito bonitos e personalizados.
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